Como fica a produção audiovisual e os eventos ao vivo em tempos de coronavírus?

Talquimy Lab propõe discussão sobre os efeitos da pandemia na comunicação de marcas

Apesar da crise e seu inevitável impacto na economia, reconhecemos que o momento é próprio para descobertas. Temos conversado com clientes e parceiros na busca de manter uma entrega criativa e estratégica, mas o atual contexto demanda ir além de preservar o que estava em curso. Inovar é uma questão de sobrevivência.

Entendendo que inovação baseia-se em experimentações, iniciamos, sob a chancela do Talquimy Lab, um movimento de testar rotas alternativas na comunicação. A ideia é prototipar soluções em comunicação que possam ser adaptadas, exploradas e ampliadas, ou simplesmente usadas para fomentar uma reflexão.

Para começar, tratamos de duas frentes muito impactadas com o cenário do novo coronavírus: a produção audiovisual e os eventos presenciais. Afinal, como serão essas experiências a partir de agora?

No audiovisual, notamos que as possibilidades mais imediatas estão apoiadas no melhor uso possível de materiais já captados, além da animação e também de vídeos com linguagens híbridas e experimentais.

Na frente de eventos, temos uma chuva de lives anunciando a necessidade de novas dinâmicas de diálogo, intermediadas fortemente pela tecnologia. O formato “live” tem sido a alternativa aos cancelamentos de inúmeros eventos no mundo todo, mas qual será a nossa relação com o “ao vivo” depois desse intenso convívio digital?

Pensando nesses dilemas, trazemos “O Conferencista”. Uma peça despretensiosa feita integralmente com imagens de domínio público de filmes da década de 20, 30, 40 e 50 para conversarmos sobre esses desafios de hoje. Corre porque a palestra já vai começar.

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